A cerimônia do Oscar 2026 acontece em 15 de março, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador. “O agente secreto” foi indicado em quatro categorias, entre elas a de Melhor Direção de Elenco, nova categoria da premiação.
O filme brasileiro concorre com “Hamnet”, “Marty Supreme”, “Uma batalha após a outra” e “Pecadores”.

Melhor filme
A lista mais aguardada desta manhã era a que continha os 10 filmes que concorrerão ao prêmio de melhor filme. O Agente Secreto está entre eles. Esses são os indicados:
- Uma Batalha Após a Outra
- Hamnet
- Pecadores
- Marty Supreme
- Frankenstein
- Valor Sentimental
- Sonhos de Trem
- O Agente Secreto
- Bugonia
- F1: O Filme
Melhor ator

O brasileiro Wagner Moura está indicado ao prêmio de melhor ator no Oscar por seu papel em O Agente Secreto. Wagner já tinha ganhado o Globo de Ouro de melhor ator de drama. Com isso, Wagner Moura se torna o primeiro ator brasileiro indicado ao Oscar.
Antes dele, o Brasil tinha conquistado duas indicações na categoria de atriz: Fernanda Montenegro, por Central do Brasil, e Fernanda Torres, por Ainda Estou Aqui. Portanto, o baiano é o primeiro homem brasileiro indicado ao prêmio de atuação.
Esses são os indicados para o Oscar 2026:
- Timothée Chalamet (Marty Supreme)
- Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)
- Wagner Moura (O Agente Secreto)
- Michael B. Jordan (Pecadores)
- Ethan Hawke (Sonhos de Trem)
Melhor filme internacional
O Agente Secreto está indicado a melhor filme internacional como um dos favoritos na categoria. Esses são os indicados:
- O Agente Secreto (Brasil)
- Valor Sentimental (Noruega)
- Foi Apenas um Acidente (França)
- Sirât (Espanha)
- A Voz de Hind Rajab (Tunísia)
Melhor escalação de elenco
‘O Agente Secreto’ recebeu sua primeira indicação, na categoria escalação de elenco
Esses são os indicados:
- Pecadores
- Hamnet
- Marty Supreme
- O Agente Secreto
- Uma Batalha Após a Outra
Sobre o filme
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho transforma o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Na edição do ano passado, “Ainda estou aqui” venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.